O EVENTO TEVE DE COCO-DE-RODA, CONTAÇÃO DE HISTÓRIA, ADIVINHAÇÕES, POESIAS, CIRANDA, MÚSICA E MUITA DIVERSÃO.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Sarau Brinquelê - UFAL 2013
Música História
Poeisa Descontração
É só o começo...
Dia: 06-08-2013
Horário: De 10:00 às 12:00 min
terça-feira, 23 de julho de 2013
Formação literária do professor: nunca é tarde para gostar de ler
Muitos professores brasileiros não tiveram a chance de construir uma história como leitores de literatura. Mas sempre é tempo de criar o hábito de leitura e também inspirar seus alunos
Você terminou de ler um romance. Chega à escola e corre para compartilhar a experiência com os colegas. Fala sobre os conflitos do personagem (sem entregar o fim da história, é claro) e comenta que já viveu vários dos questionamentos narrados na história - razão pela qual a trama prendeu a atenção do começo ao fim. Outro professor aproveita para dizer que já leu algo do mesmo autor - e a conversa continua, animada, até a hora de a aula começar.
"Um mesmo livro nunca é o mesmo para duas pessoas", já disse o poeta Ferreira Gullar. Essa experiência, ao mesmo tempo pessoal e coletiva, é tão rica porque nos permite entrar em contato com uma realidade diferente da nossa - e, graças a isso, (re)construir nossa própria história dia após dia.
Porém a realidade de grande parte dos docentes brasileiros está bem longe disso. Muitos não tiveram acesso a obras literárias em casa nem construíram práticas sociais de leitura (na Educação Básica e nos cursos de graduação universitária). "O professor médio brasileiro do ensino público teve pouco acesso e estímulo a ler. Por isso, conhece poucas obras de literatura contemporânea e clássica", afirma Zoara Failla, gerente executiva de projetos do Instituto Pró-Livro. Então, o que fazer para transformar essa pessoa que tem pouca familiaridade com a literatura em um agente disseminador de boas práticas leitoras? O mais importante é saber que nunca é tarde para se deixar encantar pela literatura e começar uma trajetória como leitor - ou, quem sabe, ampliar ainda mais os conhecimentos sobre os livros. Vamos nessa?
Por que ler
O leitor literário lê por razões variadas: rir, refletir, investigar, relembrar, chorar e até sentir medo. Lê porque mergulha no que autores e personagens pensam e sentem - no passado, presente ou futuro, em lugares distantes ou que nem sequer existem. Lê porque as narrativas literárias o ajudam a refletir sobre a vida e a construir significados para ela.
Como virar um leitor
Não existe um caminho único para se tornar um leitor literário. Você pode começar por textos simples do ponto de vista linguístico e depois passar para os mais complexos - ou iniciar por temas próximos e partir para os mais distantes. "E há os que preferem os grandes desafios desde o princípio porque sabem que eles têm algo a oferecer, nem que seja a estranheza", afirma Ana Flávia Alonço Castanho, selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10. Um bom caminho para alavancar o gosto pelos livros é procurar uma comunidade de leitores (podem ser os professores da escola, os amigos, os parentes - o importante é encontrar gente que goste de ler). Em Andar entre Livros, Teresa Colomer, professora de Literatura na Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, afirma que "ao compartilhar as impressões sobre uma leitura passamos a saber os significados que a obra tem para os outros, o que enriquece nosso repertório". Outra vantagem desse diálogo permanente é a troca de indicações de textos e autores.
Clique no assunto que você quer saber mais: O livro (e outras linguagens) e/ou Estante.
Matéria da Nova Escola
Matéria da Nova Escola
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Indicação de filme:
"Dentro de casa"
Não recomendado para menores de 14 anos
JOVEM ESTUDANTE CRIA RELAÇÃO ÍNTIMA COM SEU PROFESSOR DE LITERATURA E GERA UMA SÉRIE DE PROBLEMAS NA FAMÍLIA DELE

Direção:François Ozon, Elenco:Kristin Scott Thomas, Fabrice Luchini,Emmanuelle Seigner, Denis Ménochet
Nome Original:Dans la MaisonAno: 2012
País: França
Gênero: suspense
Um rapaz de 16 anos consegue entrar na casa de um colega da sua aula de literatura e resolve escrever sobre o fato no seu trabalho de francês. Animado com o dom natural do aluno e o progresso do seu trabalho, o professor volta a apreciar a função de educador dos jovens. Entretanto, a invasão do aluno vai desencadear uma série de eventos incontroláveis.
domingo, 23 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
A Menina que Odiava Livros
Publicado em 30/04/2013
A menina que odiava livros (2012)
Título Original: The Girl Who Hated Books
O nosso cérebro é doido !
De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
A lenda da pedra
Publicado em 28/05/2013
Projeto Oficina de Curtas CINE SESI
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=rsNHK4FSaOc
terça-feira, 4 de junho de 2013
Minha entrada no mundo da leitura
(Dayse Patrícia dos Santos Arruda)
O primeiro prazer que eu tive com a leitura, que lembro, foi aos meu 16 anos, com o CD-ROM Exploradores do Novo Mundo, foi também a minha primeira iniciação com a tecnologia, computador, década de 90. Com este CD-ROM era possível acompanhar passo a passo os feitos de Colombo, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e outros exploradores nas aventuras pela América, Oceania e Índia. Quando se clicava no ícone de um explorador abria uma janela com texto, em seguida apareciam outros ícones que aos poucos traziam detalhes da trajetória do explorador e dos seus tripulantes. Também continha a biografia de cada um deles.
Eu viajava com as histórias, eram bastante ilustradas, ficava imaginando se tinha coragem de sair para um mundo desconhecido, e como era a civilização maia e outras, os livros que possuía de Histórias não traziam tantos detalhes quanto o CD-ROM, isso que me fascinava, contava com era o dia-a-dia dos exploradores, em que fique chocada ao saber que os tripulantes por passar vários dias sem comer colocavam as solas dos sapatos amarados nas cordas e jogavam em alto mar para amolecer, e em seguida comiam, também comiam cordas e no extremo, carne dos mortos, pois eles não possuíam a técnica de conservar dos alimentos. Este CD-ROM me proporcionou o gosto pela leitura, em que busquei livros de História para conhecer outras civilizações, como a civilização Egípcia. Posteriormente comecei a pegar livros emprestados com amigos, não de História, e às vezes utilizai Direitos imprescritíveis do leitor.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Direitos imprescritíveis do leitor
1.O direito de não ler.
2.O direito de pular as páginas.
3.O direito de não terminar de ler o livro.
4.O direito de reler.
5.O direito de ler no importa o quê.
6.O direito ao “bovarysmo” (doença textualmente transmissível).
7.O direito de ler não importa onde.
8.O direito de “colher aqui e acolá”.
9.O direito de ler em voz alta.
10.O direito de se calar.
Refletindo os “Direitos imprescritíveis do leitor” de Daniel Pennac, notamos que já experimentamos todos estes direitos, que por muitas vezes, foram violados. Às vezes somos obrigados, por alguém mais experiente, a ler quilo que não queremos, mas quando terminamos de lê-lo observamos que ele nos trouxe um aprendizado, assim sentindo o gosto pela leitura, ou proporcionando ao leitor repulso a leitura, consequentemente não descobrindo o prazer de ler. Os “Direitos imprescritíveis do leitor” devem ser respeitados e desfrutados, pois favorece a descoberta do gosto da leitura, o prazer de ler. A escola deve encontrar meios para que os alunos sintam o gosto da leitura dentro e fora da da sala de aula, assim formando cidadoas leitores.
domingo, 19 de maio de 2013
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Lara e a precisa Lolô contra a bruxa Xaxa
Era uma vez uma menina chamada Lara que morava numa casinha velha no meio de uma floresta encantada, nesta floresta também vivia um saci zangado, um lobo, uma bruxa, uma fada e uma criança chamada Maria.
Mas Maria e a fada Sarin estavam muito tristes, eram vitima da bruxa Xaxa, pois a Maria tinha recebido um feitiço que todas as noites se transformava numa fera horripilante e a fada era prisioneira da bruxa, conseguentemente ficado impedida de acabar com as malvadezas da bruxa. Percebendo algo de estranho na floresta, a Lara decidiu procurar ajuda.
Derepente, durante as caminhadas Lara soube que no final da floresta havia um belo castelo de cristal e nele vivia uma linda princesa chamada Lolô que tinha uma bondade imensa. Sabendo disso a menina resolveu pedir socorro a princesinha, para libertar a fada Sarin que era mantida na senzala sobre a vigilância do lobo e o saci que estavam enfeitiçados pela bruxa e também para tirar o encanto que a malvada bruxa colocou na Maria. E dessa forma acabar de uma vez essa maldade na floresta encantada.
No caminho em direção ao castelo a Lara se depara com a bruxa Xaxa, a qual estava há muito tempo querendo acertar umas contas com ela. A menina sem saída, a bruxa aproveitou a oportunidade e jogou um feitiço, um feitiço desesperador, encheu a cabeça da menina de lêndea. Mesmo assim, desesperada, Lara vai até o castelo e consegue falar com a princesinha e conta toda a crueldade que a bruxa estava fazendo por toda a floresta.
Sabendo disso, a princesa decidiu fazer uma dinâmica para eliminar esses feitiços. Junto com a criatividade e imaginação da Lolô e da Lara conseguiram realizar uma mágica que a princesinha tinha aprendido com a fada, mas havia um segredo, só era possível realizar se houvesse todos os ingredientes, eram o amor, amizade e a fantasia. Mas esses ingredientes a princesa e a menina tinham de sobra, então elas fizeram à mágica e colocaram dentro da maçã, quem a comesse de forma prazerosa estaria liberta do feitiço e teria as más lembranças apagadas. Desta forma, a fada conseguiu sair da senzala e para castigar a bruxa Xaxa, a fada fez uma mágica na qual a bruxa ficou presa numa floresta negra na companhia de um diabo. E assim a paz voltou a reinar na floresta encantada e tiveram um final feliz. Esta lenda percorreu por toda a floresta e dizem que a bruxa Xaxa se arrependeu de suas maldades e retornou a voltar na floresta.
Literatura Infantil
A literatura infantil começou no século XVIII. Nessa época a criança começava, efetivamente, a ser vista como criança. Antes, ela participava da vida social adulta, inclusive usufruindo da sua literatura.
As crianças da nobreza liam os grandes clássicos e as mais pobres liam lendas e contos folclóricos (literatura de cordel), muito populares na época.
Como tudo evolui, esse tipo de literatura também evoluiu para atingir ao público infantil: os clássicos sofreram adaptações e os contos folclóricos serviram de inspiração para os contos de fadas.
PRINCIPAIS AUTORES E OBRAS
Perrault: “Chapeuzinho Vermelho”, “A Bela Adormecida”, “O Barba Azul”, “O Gato de Botas”, “Pequeno Polegar”, etc.
Irmãos Grimm: “A gata borralheira” (que de tão famosa recebeu mais de 300 versões pelo mundo afora), “Branca de Neve”, “Os Músicos de Bremen”, “João e Maria”, etc.
Andersen: “O Patinho Feio”
Charles Dickens: “Oliver Twist”, “David Copperfield”
La Fontaine: “O Lobo e o Cordeiro”
Esopo: “A lebre e a tartaruga”, “O lobo e a cegonha”, “O leão apaixonado”
No Brasil a literatura infantil deu os primeiros passos com as obras de Carlos Jansen (“Contos seletos das mil e uma noites”), Figueiredo Pimentel (“Contos da Carochinha”), Coelho Neto, Olavo Bilac e Tales de Andrade.
Porém, o mais importante escritor infantil foi Monteiro Lobato. É com ele que se inicia, de fato, a literatura infantil no Brasil.
MONTEIRO LOBATO
José Bento Monteiro Lobato nasceu em 1882 em São Paulo. Sua obra consiste em contos, ensaios, romances e livros infantis. Além de escritor, Monteiro Lobato foi tradutor. É considerado, juntamente com outros escritores brasileiros, um dos maiores e mais importantes nomes da nossa literatura.
- Principais Obras
“Urupês”
“Cidades Mortas”
“Idéias do Jeca Tatu”
“Negrinha”
“Reinações de Narizinho” (livro que reúne várias histórias infantis)
“Sítio do Pica-pau Amarelo”
“O Minotauro”
Além de Monteiro Lobato, outros escritores como Ziraldo e Ana Maria Machado também se dedicam ao público infantil.
Ziraldo: “O Menino Maluquinho”, “A bonequinha de pano”, “Este mundo é uma bola”, “Uma professora muito maluquinha”.
Ana Maria Machado: “A Grande Aventura de Maria Fumaça”, “A Velhinha Maluquete”, “O Natal de Manuel”.
Apesar de tudo, a literatura infantil sofre alguns preconceitos, pois muitos escritores negam que suas obras são escritas para os pequenos. Isso nos dá a impressão que essa literatura não é tão importante, se esquecem de que se sua obra for boa e tiver conteúdo, ela poderá influenciar crianças de uma forma positiva.
Muitas obras consideradas adultas foram adotadas pelo público infantil (“As aventuras de Robson Crusoé” – de Daniel Defoe, “Viagens de Gulliver” – de Jonathan Swift e “Platero e Eu” – de Juan Ramón Jiménez), assim como muitas obras do público infantil agradam os adultos (“Sitio do Pica-Pau Amarelo”, por exemplo).
Professores, educadores e pais querem criar em seus filhos e alunos o hábito da leitura, porém, muitos adultos não tem esse hábito e usam a falta de tempo e cansaço como uma justificativa para a pouca dedicação aos livros, sem perceber que essa atitude vai tirando o interesse da criança, que no início de sua trajetória de vida via o livro como algo encantador, mágico e cheio de mistério.
CARACTERÍSTICAS
É possível listar algumas características que marcam este universo:
- Narrativa movimentada, cheia de imprevistos
- Discurso direto
- Livros com muitas ilustrações
- Finais felizes na maioria das vezes
Desde a década de 70, a literatura destinada ao público pré-adolescente (11 – 12 anos até a adolescência) vem sendo chamada de “Literatura Realista para Crianças”.
Como o próprio nome já diz, esse tipo de literatura tem como objetivo levar a realidade da vida para as crianças abordando temas até então considerados impróprios (morte, divórcio, sexo e problemas sociais).
Existe muita controvérsia a respeito desse tipo de literatura, alguns educadores alegam que esses livros são mais projetos educativos (muitos são feitos por encomenda) do que literatura.
Claro que a conscientização da realidade pode ser feita de outra forma, já que o universo infantil é repleto de magia,facilitando a transmissão das mesmas idéias sem chocar tanto.
O mais importante de tudo é que as crianças conheçam todos os tipos de literatura, pois esse conhecimento irá ajudá-la a escolher a leitura que mais lhe agrada.
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