terça-feira, 4 de junho de 2013

Minha entrada no mundo da leitura 
(Dayse Patrícia dos Santos Arruda)


            O primeiro prazer que eu tive com a leitura, que lembro, foi aos meu 16 anos, com o CD-ROM Exploradores do Novo Mundo, foi também a minha primeira iniciação com a tecnologia, computador, década de 90. Com este CD-ROM era possível acompanhar passo a passo os feitos de Colombo, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e outros exploradores nas aventuras pela América, Oceania e Índia. Quando se clicava no ícone de um explorador abria uma janela com texto, em seguida apareciam outros ícones que aos poucos traziam detalhes da trajetória do explorador e dos seus tripulantes. Também continha a biografia de cada um deles.
     Eu viajava com as histórias, eram bastante ilustradas, ficava imaginando se tinha coragem de sair para um mundo desconhecido, e como era a civilização maia e outras, os livros que possuía de Histórias não traziam tantos detalhes quanto o CD-ROM, isso que me fascinava, contava com era o dia-a-dia dos exploradores, em que fique chocada ao saber que os tripulantes por passar vários dias sem comer colocavam as solas dos sapatos amarados nas cordas e jogavam em alto mar para amolecer, e em seguida comiam, também comiam cordas e no extremo, carne dos mortos, pois eles não possuíam a técnica de conservar dos alimentos. Este CD-ROM me proporcionou o gosto pela leitura, em que busquei livros de História para conhecer outras civilizações, como a civilização Egípcia. Posteriormente comecei a pegar livros emprestados com amigos, não de História, e às vezes utilizai Direitos imprescritíveis do leitor. 


KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK



Direitos imprescritíveis do leitor


1.O direito de não ler.
2.O direito de pular as páginas.
3.O direito de não terminar de ler o livro.
4.O direito de reler.
5.O direito de ler no importa o quê.
6.O direito ao “bovarysmo” (doença textualmente transmissível).
7.O direito de ler não importa onde.
8.O direito de “colher aqui e acolá”.
9.O direito de ler em voz alta.
10.O direito de se calar.
  

            Refletindo os “Direitos imprescritíveis do leitor” de Daniel Pennac, notamos que já experimentamos todos estes direitos, que por muitas vezes, foram violados. Às vezes somos obrigados, por alguém mais experiente, a ler quilo que não queremos, mas quando terminamos de lê-lo observamos que ele nos trouxe um aprendizado, assim sentindo o gosto pela leitura, ou proporcionando ao leitor repulso a leitura, consequentemente não descobrindo o prazer de ler. Os “Direitos imprescritíveis do leitor” devem ser respeitados e desfrutados, pois favorece a descoberta do gosto da leitura, o prazer de ler. A escola deve encontrar meios para que os alunos sintam o gosto da leitura dentro e fora da da sala de aula, assim formando cidadoas leitores.







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